quarta-feira, 4 de junho de 2008

Novas políticas a longo prazo

Políticas Culturais
Novas políticas a longo prazo

Uma das grandes preocupações da classe artística joinvilense sempre foi o fôlego curto das políticas culturais, vulneráveis às mudanças de governantes. Em julho do ano passado, os artistas locais participaram de uma conferência municipal para sugerir políticas públicas que ultrapassem os mandatos, com a presença de Sérgio Maberti. As discussões foram reunidas em um documento, entregue segunda-feira na Associação Empresarial de Joinville (Acij).Segundo o presidente da Fundação Cultural de Joinville, Charles Narloch, a escolha da Acij tem a ver com um dos eixos do documento: a economia da cultura. "A cultura é geradora de trabalho e renda, um pilar de desenvolvimento deste século. Sempre com o compromisso de preservamos nossa identidade cultural, é preciso aproveitar as oportunidades econômicas trazidas pela atividade cultural", explica.O diretor teatral Silvestre Ferreira informa que o documento foi fiel às discussões. "Tudo foi votado, o que legitimiza o texto. Ele tem a força do coletivo, independentemente dos mandatos políticos", garante. A classe espera que o documento seja usado pelos candidatos a prefeito de Joinville na hora de definir quais serão as políticas culturais.
Saiba mais
ECONOMIA DA CULTURA
As atividades culturais geram cerca de 1 trilhão de dólares por ano no mundo todo. Essa soma é fruto da renda de filmes, peças teatrais, espetáculos de dança, shows, discos e turismo cultural (museus e construções históricas).

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